"Deus e o Tecelão"

09/09/2008

Humanidade e a Eternidade (Jo:4)

Arquivado em: - Humanidade e a Eternidade (Jo:4) — Tecelão @ 17:51
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“Creia em mim mulher: …vocês não adorarão o Pai nem neste monte, nem em Jerusalém. Vocês adoram o que não conhecem…no entanto está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura. Deus é Espírito e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade”.

Disse a mulher: “Eu sei que o Messias está para vir. Quando ele vier explicará tudo para nós”.

Então Jesus declarou: “Eu sou o Messias! Eu que estou falando com você”.

A partir deste texto, eu decidi descobrir o que era ser espiritual e conhecer mais sobre aquele a quem eu estava adorando, sobre mim e sobre a minha angustiante e inconformada existência. Insatisfeito com as respostas incompletas e difíceis de seguir, eu resolvi beber de uma única fonte, de água viva, e seguir integralmente as palavras daquele que foi enviado por Deus, e que tem a capacidade de explicar tudo para nós.

Desde então eu procuro sempre, com a ajuda do Espírito Santo, compreender e seguir a espiritualidade e a Verdade contidas nas palavras de J.C., o messias, e assim me fortalecer nas promessas da Aliança Eterna com Deus, o nosso Pai, para conseguir cumprir o contrato que ele fez comigo.

Passei a viver em função do meu espírito e da eternidade espiritual, e tenho por meta encontrar os valores espirituais corretos e eternos de Sua Doutrina, Suas promessas e exigências, para me moldar a ela e ter o meu espírito vivificado, acordado e atento, para seguir o caminho dos bons exemplos de caráter e conduta perfeita, rumo ao encontro de meu Pai Celestial na eternidade.

Esta vida humana de nada me vale, é ilusória e passa muito rápido; a ótica humana sobre o Reino de Deus não faz o menor sentido, e eu descarto toda e qualquer referência que justifique as minhas intenções humanas como sendo válidas para agradar a Deus.

Eu acredito que no Reino Espiritual em Deus, e em J.C., os exemplos de retidão e Justiça e lealdade deixados por nós, através de nossa conduta, é que são capazes de apresentar Deus àqueles que ainda não O conhecem, isto sim agrada ao nosso Deus e Pai, e é o que realmente vale!

A ajuda na produção destes frutos é uma das extensões de Sua Aliança Eterna!

O homem unido a Deus em Aliança apresenta frutos espirituais concretos e eternos, assim como eterna e concreta é a nossa natureza espiritual.

O homem desprovido da Aliança com Deus apresenta frutos humanos imperfeitos e perecíveis, assim como perecível é a nossa natureza humana.

J.C. afirma: “O Espírito (de Deus) dá Vida; a natureza humana não produz nada que se aproveite. As palavras que eu lhes disse são espírito e vida. Contudo, entre os discípulos, há quem não acredite”…E prosseguiu: “É por isso que eu lhes disse que ninguém pode vir a mim, a não ser que isso lhe seja dado pelo Pai”. (ouvir o Pai, deixar-se atrair, aprender dele para compreender a J.C., ao invés de aceitar interpretações incompletas e dogmáticas sobre a doutrina de Deus!)

Quando J.C. afirma ser o único alimento para a nossa sobrevivência eterna, os corações dos homens se revelam e muitos deixam de seguí-lo; porém Jesus não se curva as suas verdades e vontades e vai mais além ao perguntar aos doze: “Vocês também não querem ir?” (seguir opções menos “radicais”!)

e Simão Pedro lhe responde: “Senhor para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna…”

Toda a palavra registrada, bíblica ou não, ou interpretação humana sobre o Reino de Deus, de profetas ou não, tem que se comprovar e se moldar integralmente aos ensinamentos e nos exemplos de vida de Jesus, o Messias do Deus Vivo, para serem tidas por verdadeiras e vindas da parte de Deus!

Toda a palavra vinda da parte de Deus nos conduz a toda a verdade, nos faz lembrar de tudo o que J.C. nos tem dito; nos explica todas as coisas e responde a todos os questionamentos ( por que?, mas por que?, mas por que?) clara e concatenadamente sem se repetir em um círculo vicioso, cujo apelo final acaba sendo a imposição do dogma.

Toda a palavra vinda de Deus nos traz a consciência completa sobre a eternidade, e nos faz perceber e rejeitar o nosso relacionamento íntimo com as verdades humanas e perecíveis desta vida; ela nos conduz à Paz perfeita, completa e infalível, que excede a todo o entendimento, em todas as circunstâncias vividas no contexto cotidiano humano.

A palavra de Deus penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medula, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração; ela expõe e separa tudo o que é espiritual de tudo o que é humano, com a finalidade de nos revelar o verdadeiro conhecimento sobre Deus e Seu Reino.

Não acreditar nisto é sinal de que não acreditamos no espiritual, na existência de Deus com suas alianças e promessas de bênçãos espirituais de proteção total e Paz!

Tudo se define e se revela na forma como aceitamos as verdades de Deus apresentadas na Vida (exemplos), Obra (ensinamentos) e Sacrifício (o cerne da Espiritualidade atuante na aliança entre Deus e seus filhos) de J.C.!

Como disse João (o batista):“Uma pessoa só pode receber (integralmente) o que lhe é dado dos céus… …É necessário que ele cresça e que eu diminua. Aquele que vem do alto está acima de todos… …Aquele que o aceita confirma que Deus é verdadeiro. Pois aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, porque ele dá o Espírito (e a Sua Verdade) sem limitações.”

Segue abaixo uma leitura particular, sob a ótica espiritual, do cântico profético de Zacarias, citado em Lc 1:67-79.

“Adorado seja o Deus de toda a criação, porque visitou e resgatou os seus filhos.

Ele apresentou o Caminho a Verdade e a Vida na eternidade a todos nós, como havia prometido através de seus profetas da antigüidade; nos libertando dos nossos inimigos espirituais que nos odeiam, para mostrar o Seu Amor por nós e nos lembrar de Sua Aliança Verdadeira e Eterna (“Eu sou o Deus todo-poderoso; ande segundo a minha vontade e seja íntegro… …e Eu serei o seu Deus e o Deus de seus descendentes.”), o juramento que fez ao nosso pai da fé, Abraão:

Resgatar-nos da mão dos nossos inimigos espirituais (pecados), para o servirmos sem medo (e escusas), em perfeição e justiça, diante dele todos os nossos dias…

…graças ao Amor de Pai do nosso Deus, do alto nos visitará o sol nascente, J.C., para brilhar sobre aqueles que estão vivendo no escuro, na sombra dos erros que conduzem à morte eterna, e guiar nossos pés no caminho da Paz”.

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